"Ainda pior que a convicção do não é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi....Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono...Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si....Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu." Estive aprendendo ultimamente que riscos são parte de um aprendizado e que devemos enfrentá-los, mesmo que acabem, por diversas vezes, nos machucando. Que vivemos em risco constante, pois assim é a vida. Correr riscos sentimentais, empresariais, financeiros, profissionais, emocionais.
E que prazer a vida teria sem eles?
Que aprendizados tiraríamos dela, se não arriscássemos e, porque não, quebrássemos nossa cara diversas vezes? Quem nunca teve uma desilusão no amor? Quem nunca foi enganado num negócio? Quem nunca apostou que sua tristeza viraria felicidade? Você com certeza já passou por essas situações. E como encarou cada uma delas? Isso só você realmente pode saber.
O que eu sei é que lições que irão valer por toda sua vida saíram de diversas situações de risco.
(O texto acima foi extraido do poema "Quase" de autoria de Sarah Westphal)
Thiago Rios Ciolfi
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